Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga

Posted in Uncategorized on 02/25/2012 by @Francisquices
Vou criar um lugar escondido
Pra fazer meu recital
Quando o carnaval passar
Quando esse escarcéu passar
Cicero
Pois é, toquei no Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga. E a sensação de tocar nesse palco? Bom, dessa sensação já não sei explicar, talvez qualquer tentativa de explicação seria mera rotulação. O que é muito alem de estar e tocar nesse palco e alegria de compartilhar isso com muitas e muitas pessoas e ser aplaudido por isso. Por tocar.
E fica esse sensação de querer mais e a calma se instala novamente e a respiração já mais tranquila. 
Hasta. 
laiá laiá – Cícero
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Linha do tempo ( 2011, feito pra acabar)

Posted in Uncategorized on 01/11/2012 by @Francisquices
Foto – Juan Miguel

‘Mas tudo bem
O dia vai raiar
Pra gente se inventar de novo
E o mundo vai nascer de novo’ – 
Cícero

Hoje, dia 10 de janeiro, ás 15h00min, em Guaramiranga – Ceará, em uma tarde fria e nublada, na “radiola” músicas que baixei recentemente e que vão embalando uma certa nostalgia aqui dentro, de calor humano e felicidade. No meu quarto vou pensando um pouco, do que foi o ano de 2011. Aqui no quarto, ta tudo escuro, e na cozinha minha mãe fazendo bolo com a minha irmã. Sinto o cheiro, elas riem tanto que dá pra ouvir daqui. Por um longo tempo eu não morei com os meus pais e nem irmãos, eu morava com as minhas tias e primos aqui perto mesmo, uns 10 minutos andando… E antes, pensei que fui rebelde ou algo do tipo, mas aconteceu naturalmente de ir morar com as minhas tias. 
Uma das grandes mudanças que me aconteceu, no ano passado, foi à volta pra casa dos meus pais depois de 11 anos.  Mudou um pouco a rotina da casa, a comida, o espaço e a preocupação.  É os meus pais são incríveis e esse aconchego deles veio de forma acolhedora e amável, essa atenção sem tamanho. Isso me tem feito voltar no tempo e relembrar como era bom ser criança. É bom retorna ao lar dos meus pais. E isso me preenche, porque o amo eles e é bom estar perto deles e de meus irmãos.
No meio dessas mudanças que aconteceram naturalmente, eu ia e vinha. Eu estava participando de um programa de formação… Ai entra o EntrePontos, a convite do Felipe Gurgel para participar da comunicação digital. Entre indas e vindas, Fortaleza e Guaramiranga. Fui conhecendo pessoas sensacionais, que contribuíram direta e indiretamente na minha construção do ser, pessoas que encantam e poetizam, de sentimentos puros e que transbordam alegria e amor ao próximo. Confesso que aprendi muito na busca de mim dentro desse grupo, acreditando que entrando nele, eu iria deixar de lado essa timidez que me acompanha. Junto com essa galera incrível, participei de vários eventos, encontros, festivais… Entre eles a Previa da Mostra Petrucio Maia onde pude conhecer essa galera, mesmo que ainda um pouco de vista, depois a Mostra Petrucio Maia e ai foi seguindo um calendário de eventos. O ForCaos, evento de Rock que tive oportunidade de conhecer um pouco. A prévia da Feira da Música no CUCA que queria tanto conhecer, depois a Feira da música. O Ponto.Ce que foi um festival fantástico, sem falar no Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga, no Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga, dentre outros que participei como o Fio – Feira Integrada do Maciço de Baturité…
Com tantos eventos e festivais de música assim, não podia deixar de mostrar um pouco do que sei fazer, tocar também… Mesmo com um certo distanciamento do sax e indo pra trás dos palco com a comunicação, eu ainda fiz boas e grandes apresentações… Começando pelo Festival de Jazz e Blues, que subir no palco é sem duvida uma das melhores sensações, e também participar do Projeto Outra Banda da Serra onde durante o ano de 2010, tivemos aulas nos finais de semana, para montar um repertorio para Gravação de um CD e apresentação no palco principal do festival de 2011. Depois uma apresentação em Sobral, que foi genial, fazendo pela primeira vez um show com a Orquestra Cidade da Arte, Tambores de Guaramiranga e o Rio das Cordas que ficou um trabalho lindo e sendo bastante aplaudido pelo pequeno publico que apareceu e que foi indescritivelmente um dos mais calorosos. Em seguida Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga, apresentação que lavou a alma, caiu como um relaxante… É, é prazeroso tocar e encantar.  
Nessa altura de texto já andei meio mundo pelo ceará, rsrsrs. Mas sem duvida, não iria conseguir tudo isso sem a AGUA – Associação do Amigos da Arte de Guaramiranga que é a minha segunda casa, que me acolheu, que sempre esta me ensinando e sempre disposta a ensinar. E nesse ano de 2011 que passou, foi também o meu refugio e a minha alegria… Com a agua junto com a Seduc – Secretaria do Estado do Ceará me propôs a ideia de participar do curso de Inclusão digital e alfabetização, que logo mais vai ser um dos cursos da agua, que é um dos trabalhos que mais fiquei apaixonado, O Luz do Saber ainda vai dar o que falar em Guaramiranga… Também pude viajar pra ministrar cursos a convite do grupo Dona Zefinha em Itapipoca, o curso de web tv e rádio, sendo assim um dos primeiros cursos que iria administrar fora da agua. 
Falando em viajar… Conheci um pouco de João Pessoa e das pessoas dali, dois dias que foram suficientes para fazer diferença e conhecer pessoas, compartilhar, aprender… Outro estado que visitei foi São Paulo, fiquei na USP, e de lá mesmo já me surpreendia com o que via. Mas antes de ir para lá, fui ao Parque do Ibirapuera, pra abertura do Congresso Fora do Eixo – Redes de Coletivos do Brasil… Depois do parque fomos para a USP, sede onde iria acontecer a maioria dos programas do congresso. Andei um pouco por São Paulo, fui a Rua Augusta que me encantou pela pluralidade que existe ali, de pessoas diferentes e a 25 de Março que me engoliu no mar de solidão das pessoas que passam ao seu redor. São Paulo deixou saudades.
De tantas viagens, conhecimentos, compartilhamentos, mudanças, trocas… Ainda continuei o mesmo, com mudanças é claro. Mas ainda sou o mesmo Francisco. O que ama o que fica triste, o que chora quando ouvi uma música lindamente. Ainda continuei o mesmo, mesmo quando a tristeza parecia maior que a felicidade, mesmo que algumas ruas parecessem não ter saída e nem fim. E no meio de tantas coisas me reencontrei e me perdi.  E me perdi e me reencontrei. 
 Nesse negocio de me perder, encontrei pessoas magníficas que me ajudaram a me reergue e a seguir o meu caminho. 
E nesse mundo gigante eu encontrei cada pessoa. E a cada uma fico grato… 
Fico grato a pessoas como elas, a minha família, meus irmãos e meus pais… Ao Juan e William que são amigos e mesmo em ruas diferentes sempre nos esbarramos e soltamos aquele velho sorriso de encontrar boas pessoas e que sempre vamos nos encontrar nessas ruas. Pessoas do EntrePontos, que estão em constante construção de um mundo melhor. A Agua por me ensinar tanto. Amigos especiais como a Vânia Rodrigues, que tenhamos sempre um amor um pelo o outro. A Natasha Pereira, que continuemos amigos de boas conversas sem sentido. A Raína Alvez, pelos abraços carinhosos de sempre. A Paula Baia, que vai ser sempre a minha professora da vida e a tantos outros que fizeram e fazem a diferença. E a Márcia Azevedo, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado e os meus abraços sem intenção nenhuma de troca e a minha cia.
P.s: É um texto que não contem um terço do que vivi, mas uma linha de tempo desorganizada que faço parte, é só uma pequena linha.
P.s²: Se pudesse definir a minha vida no ano de 2011 em uma música seria essa: Feito pra Sonhar de Marcelo Jeneci. 

Feito pra Acabar – Marcelo Jeneci

Entre Pontos, entre pessoas, entre sonhos, entre…

Posted in Uncategorized on 12/07/2011 by @Francisquices
Com carinho, aos EntrePontos.
“Deixa eu dançar pro meu corpo ficar odara
Minha cara minha cuca ficar odara
Deixa eu cantar que é pro mundo ficar odara
Pra ficar tudo jóia rara
Qualquer coisa que se sonhara
Canto e danço que dara” 
CaetanoVeloso
Foi assim, entrando em um processo de aprendizagem quase sem querer, sem saber do que se tratava (aliás, sabia que ali iria crescer) ou do que estava por vir. Foi assim que entrei. Seduzindo-me pra participar de algo tão grandioso que se quer tinha mesurado o tamanho quando iniciei… Movido a um desejo, aliando a uma vontade de movimentar, compartilhar, de conhecer e de fazer.
Não tem aquele ditado que diz mais ou menos assim: – estava no lugar certo e na hora certa. Pois é, foi assim que percebo. Que de alguma forma, as forças ou a sorte levaram algo pra onde estava.

Assim fui desenvolvendo como uma construção.

Pessoalmente tenho um processo lento (podem pensar que é um modo meu mesmo, perceber o que ta aqui, do meu lado sem deixar que a presa intervenha em meu processo de entender), de aprender e entender o que passar ou esta acontecendo ao meu redor. Natural, às vezes ate me perco… Mas me encontro. Similar e deixar sentir em um ritmo confortável que eu posso aprender ou na correria e no calor humano (sim, porque eu senti muito calor humano, das pessoas, daquelas que estava conhecendo). Entender. Assim deixando o processo do meu aprender desenvolvendo… Dissolvendo em uma forma. Concretizando.

E todos os encontros, momentos de reuniões, em rodas de conversas que foram tornando coisas mais agradáveis pra mim. É, porque é um exercício ouvir e falar. Dizer o que senti o que pensa o que esta vivenciando. Também conhecer, aprender, ter. Tantas as ferramentas exatas pra deixar o trabalho mais sistematizado, compreendido e rápido no processo de formação e entendimento. E isso tudo foi cintilando. E já era algo agradável participar.

Entre Pontos, entre pessoas, entre idéias, entre sonhos, entre formação. O mundo todo gira tão bem assim, nos entre da gente. Entre conhecimentos. E acredito que vai ser uma nova forma de aprender, de ver o mundo e formação.

É engraçado me ver quando iniciei o Programa do EntrePontos e ver o que sou hoje. A cada passo que dei já não era o mesmo, isso é obvio pra mim. E eu não dei apenas passos, dei pulos. Pulos que mudaram circunstancialmente o meu modo. E me dou conta de que ter participado não foi somente pra capacitar. Foi além.

Entre as pessoas eu fui sendo eu, sou assim mesmo observador. Quieto. E um tanto quanto ouvinte. Ficar em silencio. Dizer talvez fosse pouco pro que queria. Aprendi no silencio, ouvindo aqueles que sabiam mais, que tinha sede de ensinar. Aprendi muitos com os meus silêncios e ouvindo.

E escrever agora é encher o pouco o vazio que deixei por não me expressar em palavras, por ficar em silencio. Acontece que sou assim, mas aqui dentro esta acontecendo tantas mudanças. Porque o EntrePontos foi mudanças, mudanças que estavam acontecendo. Lembra, falei em construção. Foi isso. Pessoalmente iam acontecendo mudanças, algumas que não gosto, outras gosto. E nisso fui me construindo, e o EntrePontos no meio dessas mudanças.

Ainda tenho muito que aprender muito que me expressar e o que fazer. Mas estou nos meus passos. E já tenho feito um pouco, pessoalmente. A timidez já não é um obstáculo. 

Toni Ferreira e Maria Gadú – Reflexo de Nós

Pra sentir o mundo, pra seduzir a vida

Posted in Uncategorized on 11/22/2011 by @Francisquices

Cantando agente inventa.
Inventa um romance, uma saudade, uma mentira…
 
Cantando a gente faz história.
 
Foi gritando que eu aprendi a cantar: sem nenhum pudor, sem pecado.
Canto pra espantar os demônios, pra juntar os amigos. 
Pra sentir o mundo, pra seduzir a vida.
 Cazuza
22 de novembro de 2011, aqui em Guaramiranga, esta fazendo frio, chuva lá fora. Aqui dentro, na sala a onde estou trabalhando, uns tocando violão outros baixo. Viva a música. Eles tocam apanhe-te, cavaquinho. Particularmente adoro essa música. E em sua mais bela forma de ser tocada. Executada, você consegue perceber o quanto ela é perfeita, nos toca na alma.

E no mundo, esta comemorando o dia da música, 22 de novembro. Facebook, twitter e afins, o assunto agora, nesse momento.

E pra mim, música é uma das mais belas artes, conseguimos parar por um momento e ouvir, ouvir em silencio o que é dito, feito, tocado… Em raros momentos que escutamos com sabedoria, sem interromper, a música proporciona isso. Ouvir sem interromper. Pra quem toca, falar/expressar sem ser interrompido.

Nesse momento eu me lembro de Cazuza quando ele fala: Cantando agente inventa. Inventa um romance, uma saudade, uma mentira… Cantando a gente faz história. Foi gritando que eu aprendi a cantar: sem nenhum pudor, sem pecado. Canto pra espantar os demônios, pra juntar os amigos. Pra sentir o mundo, pra seduzir a vida.

Na rádiola, as músicas que gosto de ouvir…Do Teatro Mágico, Móveis Coloniais de Acaju, The Baggios, 5 à Seco, Cazuza, Lenine, Diana Krall, Tiê, Céu, Trilha Sonora Entre o céu e o inferno, B.B king, Nação Zumbi, Cabruêra, Ellen Oleria, Tulipa Ruiz, Eddie, Titãs, Tim Maia, Cassia Eller, Maria Gadu, Caetanos Veloso, Gilberto Gil, Adriana Calcanhoto, Marcelo Janeci e entre outros. Elem de instrumental, orquestra cidade da arte e Outra banda da serra pelo qual toco.

E a cada vez mais eu vou me firmando e também conhecendo outros caminhos, junto à música… Comunicação e produção, é parece que ando por trás dos palcos ultimamente, são gostosas essas coisas e deixar o palco perfeito pra quem vai tocar, pra quem vai subir ao palco e mostrar o seu trabalho, lindo tudo isso quando dá certo. E ficar às vezes atrás do palco tem o lado muito bom, conhecer várias pessoas e vários sotaques diferentes. Outro dia fiz um pequeno levantamento em meu facebook, do que tinha acontecido comigo no ano de 2011. E pra mim foi uma analise bem positiva, mesmo saindo um pouco do palco pra ficar atrás. Até porque não vou deixar de tocar.

E hoje, também, o meu blog comemora três anos. Três anos que estou por aqui a escrever algumas coisas, algumas sem nexo outras por sentir: Tristezas. Alegrias. Nostalgias. Celebrações. E um pouco mais do que coloquei no blog. Ele de certo me acompanha algumas vezes… Por assim dizer um próprio diário, e foi assim nas últimas postagens que ele tem sido: Um diário online. Colocando coisas que acontecem comigo, que sinto. Como é de sempre, falar pouco em aniversario. É isso.

P.s: PARABÉNS A TODOS OS MÚSICOS.

Cássia Eller – Blues da Piedade

Nas margens de mim (das cartas que não enviei)

Posted in Uncategorized on 09/18/2011 by @Francisquices
Foto por FranciscoFlor

Para Nanda, com carinho.

O mundo é tão bonito e eu tenho tanta pena de morrer.
– José Saramago
Sim, eu entendo que toda vida deve acabar, enquanto nos sentimos ou/e sentamos sozinhos, eu sei que algum dia nós também devemos ir… Pensa; Eu sou um homem de sorte, por contar em ambas as mãos às pessoas que amo porque algumas pessoas só têm umas, outras, não têm nenhuma. E tenho tanto sorte. Tanto mesmo. Vale a cada punhado dessa gente. Lembra-me o trecho de uma música do Teatro MágicoDe qualquer maneira parte em mim diz valer a pena ser assim, que no fundo é simples ser feliz, difícil é ser tão simples, difícil é ser tão simples, difícil mesmo é ser


* Tive vontade de escreve pra Nanda ou foi ela queria escreve pra mim… Não sei, mas ta aí.
*Apenas um trecho de um texto que fiz pra ela.
* Das cartas que não enviei.

Nas Margens de Mim – O Teatro Mágico e Leoni

Meio down

Posted in Uncategorized on 08/31/2011 by @Francisquices
Imagem: Google

“Uns vão, uns tão, uns são, uns dão, uns não, uns hão de.
 Uns pés, uns mãos, uns cabeça, uns só coração.”
 
Caetano Veloso

Cada um sabe a dor que carrega as angustias que levamos os medos que sentimos e cada um tem suas batalhas que travam dentro de si… Mesmo assim levamos em frente. Seguir em frente. Sobreviver. Às vezes penso que viver é também um pouco disso, dessa angustia que sentimos… Pra sentir a doçura da felicidade, da simplicidade. Percebemos o doce porque provamos do amargo. Levar a vida nesse misto; dor e alegria; Tristeza e felicidade; Angustia e alivio. Parece simples, mas não é qualquer um que se atreve sentir, se permitir… Falo verdadeiramente, sem falsidade. Não é fácil. Sentir requer força, esperança, vontade e liberdade porque sentir é isso. E às vezes parece que a gente não tem coragem pra tudo isso. Mas basta procurar dentro da gente. Mas é mais cômodo não sentir isso tudo, porque quando é verdadeiro é mais profundo. É real. É intenso. E eu não queria ta sentindo assim. Dói em mim uma dor profunda, interna, intensa. Preciso me reencontrar. Preciso urgentemente me salvar de mim mesmo. Preciso encontra algo em mim que me traga de volta, que tire essa dor que sinto…  Essa angustia que me deixa frio por dentro por fora. Parece que não tenho forças. Que me entreguei. Esperando que algum dia, eu espero que logo, eu me reerguesse e saísse dessa dor, dessa angustia que sinto. Mas agora no momento parece não ter fim.

Luisa Maita – Alento

Clamor Manifesto – Feira da Música

Posted in Uncategorized on 08/13/2011 by @Francisquices


Clamor Manifesto – Feira 10 from Coletivo Fórceps on Vimeo.

A Feira Música de Fortaleza é a feira de música mais representativa do Brasil. Esse fato é notório pela classe musical, considerando os mais diversos elos de sua cadeia produtiva e criativa. Mas não parece tão notório para certos parceiros que anunciam uma espécie de “quebra de contrato” cinco dias antes da realização deste evento de proporções grandiosas, em todos os sentidos.

A Feira da Música de Fortaleza (do Brasil) está na sua décima (10º) edição e conta com diversas atividades de formação, sócio ambientais, intercâmbio cultural, vitrine artística, negócios, exposições, cobertura, mídia, agregando todos os agentes protagonistas e público desse grande arranjo musical no Brasil, tornando o segmento mais sólido e ampliado. A Feira é gratuita, oportunizando a participação de toda sociedade.
Realizada pela primeira vez em 2002, a Feira da Música de Fortaleza acompanhou e participou de uma década intensa, de rápidas transformações na lógica do mercado musical. Sediou discussões que puseram em questão essa “lógica” e testemunhou o surgimento de outras maneiras de se encarar a música como negócio – sobretudo pela força da cultura digital. Este ano, na décima edição a Feira mantém o compromisso de levantar as principais discussões sobre esta cadeia produtiva da música, com conceito focado no homem como agente criador. Nas relações humanas que a música estabelece e nas realizações que propicia. Por outro lado, mantém seu potencial mercadológico – com a realização de mais uma feira de negócios, e promove shows com nomes emergentes e consolidados do circuito independente e com a preocupação ecológica tão necessária para o compromisso de sustentabilidade do planeta.
Para conseguirmos garantir a finalização das atividades da 10º Feira da Música de Fortaleza, uma das maiores iniciativas culturais para a sociedade brasileira, apostamos na contribuição colaborativa que mantém a força do protagonismo social!


Ajude em: http://catarse.me/pt/projects/261-clamor-manifesto-feira-da-musica